09 de Maio de 2019

Em alusão ao dia mundial de combate à asma, comemorado na primeira terça feira do mês de maio, 6, preparamos uma matéria especial para você!


No mês de maio, a primeira terça feira, 6, é dedicada às conversas e discussões sobre o tratamento e combate à Asma. Para deixar você bem informado (a) sobre a doença, aqui vai um material completo sobre esse problema respiratório.

1. O que é a asma?

A asma pertence ao grupo das doenças respiratórias, tais como as gripes e os resfriados, que se manifestam devido à inflamação dos bronquíolos, que são as menores vias aéreas dos pulmões.

A inflamação observada na asma é, na verdade, uma hiperresposta alérgica ocasionada por um estímulo ambiental, que causa uma reação chamada broncoespasmo. Nesse fenômeno, os bronquíolos contraem-se e tornam-se mais estreitos, causando a obstrução das vias respiratórias e desencadeando uma reação sufocante.

A asma normalmente se manifesta ainda na infância. Porém, o surgimento do quadro não tem relação exclusiva com a idade, podendo acometer desde crianças até pessoas na terceira idade.

Outra característica importante da doença são sintomas recorrentes, episódicos. Ou seja, um dia a pessoa acorda sem sintomas e bem, mas no outro pode ter uma crise. Sendo assim, há possibilidade de remissão, completa ou temporária. Ou seja, a asma pode desaparecer totalmente ou desaparecer e voltar a se manifestar ao longo da vida do paciente.

 

Para entender melhor essa questão, é preciso esclarecer quais são as causas da asma.

1.1. Causas

A asma é uma doença de causa indeterminada. Entretanto, os cientistas descobriram traços genéticos que estão relacionados com a reação inflamatória do sistema respiratório à presença de agentes externos contidos no ar que é aspirado, tais como fumaça, pólen, poeira ou ácaros.

Devido à hiper-estimulação causada por esses materiais, o pulmão da pessoa com asma reage de forma exagerada e repetitiva, entendendo os agentes externos como agressões excessivas e desencadeando a resposta inflamatória que é, na verdade, uma tentativa de defesa do nosso organismo.

Durante as crises de asma, a observação dos sintomas é fundamental para esclarecer o diagnóstico da doença, diferenciando-a da bronquite e de quadros de pneumonia ou outras infecções respiratórias.

1.2. Sintomas

Considerando os sintomas das doenças respiratórias em geral, a asma se destaca pela sensação de sufocamento experimentada pelos pacientes durante uma crise.

Essa é a chamada respiração sibilante, na qual é percebido um assobio a cada vez que o ar entra e sai dos pulmões do paciente.

A dificuldade para respirar apresentada pelas pessoas que atravessam uma crise de asma, quando extrema, é acompanhada por lábios roxos ou azulados, sudorese intensa, dificuldade para falar e ansiedade ou pânico extremos.

Além da falta de ar, uma crise de asma pode ser caracterizada por quadros de tosse seca, rouquidão e tiragem intercostal.

O diagnóstico da asma é baseado na observação dos sintomas respiratórios apresentados pelo paciente durante a consulta.

1.3. Tratamentos

A asma é uma doença que não tem cura. Por isso, o seu tratamento é baseado na remissão dos sintomas e na diminuição do processo inflamatório, por meio da utilização de medicamentos especificamente desenvolvidos com essa finalidade.

De maneira geral, trata-se de anti-inflamatórios hormonais (chamados de corticoides) e de broncodilatadores, os quais possuem a função de combater os sinais inflamatórios e de aumentar o calibre dos bronquíolos, respectivamente. Os anti-inflamatórios são a primeira linha de tratamento, ou seja, os responsáveis por tratar a doença. Já os medicamentos broncodilatadores servem para aliviar a falta de ar do paciente, sendo usados normalmente apenas quando há necessidade, em demanda.

Os remédios podem ser administrados por via oral, por inalação ou com a aplicação de injeções subcutâneas. Eles podem ser usados tanto para evitar as crises quanto para controlar os sintomas, uma vez que o quadro asmático tenha se instalado.

Há alguns anos, um grupo de cientistas americanos constatou que a cafeína tem um efeito positivo sobre os sintomas da asma, ajudando a aliviar a sensação de falta de ar.

Segundo os pesquisadores, uma xícara de café ou de chá forte pode trazer um conforto momentâneo aos pacientes, mas não substitui o uso da medicação adequada.

Agora que você já conhece bem todos os aspectos relacionados ao diagnóstico, às causas, aos sintomas e ao tratamento da asma, faça uso das informações para melhorar sua qualidade de vida.

Assessoria de Comunicação e Marketing Unimed Belém

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