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Saiba como evitar os males do sol
Sábado, 12 de julho de 2003 às 10:53:19

É difícil não pensar no sol em nosso país, ainda mais na época de verão e Carnaval, quando pessoas adoram "torrar" nas praias e clubes, para, à noite, exibir aquele bronzeado nos bailes e desfiles. Infelizmente, porém, não dá para ignorar os riscos que um banho de sol exagerado podem trazer à pele. Por isso, os dermatologistas são unânimes em afirmar que, se todos desenvolvessem o hábito simples de usar diariamente um fotoprotetor, tudo certamente seria mais fácil.

Esse costume evitaria vários problemas futuros, pois quando as camadas mais profundas da pele são atingidas pelos raios solares, dificilmente as lesões desencadeadas desaparecerão por completo. É a velha história do prevenir é sempre melhor do que remediar: utilizar constantemente um fotoprotetor e evitar a exposição entre 10 e 15h. O uso regular de proteção, durante os primeiros 18 anos de vida, pode reduzir em até 78% o risco de câncer de pele na idade adulta. E apesar de começarmos a envelhecer desde o nascimento, produtos modernos e eficientes tornam possível adiar esse problema e garantir melhor qualidade de vida.

Entre as radiações solares que nos atingem diariamente estão os raios UV-A e UV-B. Os primeiros incidem uniformemente durante todo o dia, representando cerca de 95% das radiações ultravioletas que atingem a pele. Com grande capacidade de penetração, chegam até a derme, uma camada mais profunda, ocasionando, a médio e longo prazo, o envelhecimento cutâneo, perda de elasticidade, manchas definitivas e até mesmo o câncer de pele. Já os raios UV-B incidem principalmente das 10h às 15h e provocam de início aquela vermelhidão da pele (eritema solar), a qual pode evoluir para queimaduras. Exposições mais prolongadas levam à destruição das células da pele, originando bolhas, descamação e lesões que podem se tornar câncer.

Contudo, as últimas análises vêm mostrando que os raios UV-A podem ser ainda mais perigosos que os UV-B, pois aumentariam muito as chances de câncer. Sua capacidade de agressão é ainda maior, favorecendo extremamente o envelhecimento da pele e o desenvolvimento de câncer. Hoje, um fotoprotetor deve conter filtros capazes de proteger amplamente contra esse raios e os infravermelhos. Recentes lançamentos no mercado felizmente vêm atualizando esses conceitos.

Fonte: Unimed de Brasil

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